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Em breve possivel data de lançamento do PES 2018 e do FIFA 18, fique ligado no site.

Na última sexta-feira, dia 28 de abril, enquanto era disputada a Final Continental das Américas da PES League, torneio de Pro Evolution Soccer 2017 que rendeu US$ 20 mil ao peruano Luiz Salazar e quatro vagas paras os melhores colocados, incluindo o brasileiro Guilherme "GuiFera" Fonseca, o ESPN eSports conversou com André Bronzoni, gerente da marca PES para as Américas.


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A entrevista aconteceu no estádio argentino Monumental de Núñez, casa do River Plate, enquanto André estava atento a tudo que acontecia no PES League. Ele nos reservou um tempo para falar sobre o evento e o futuro da franquia de futebol da Konami.


Para começar, André respondeu sobre sua avaliação da etapa americana do PES, tanto a etapa online, quanto a presencial: "a gente começou, como chamamos, a 'season' em novembro de 2016. Houve a etapa online, a primeira parte, seguido pela segunda, com jogos online e offline, até culminar no momento, com os campeões nacionais qualificados para a final continental. A gente está super feliz, o torneio andou muito bem. Todos os jogadores sempre estiveram muito entusiasmados e felizes por estarem aqui".


André completa: "Para os próximos anos, só temos a melhorar. Estamos fazendo a final continental em um estádio icônico do futebol internacional, que o Monumental de Núñez. A gente tenta sempre unir a essência do futebol real, aquela coisa mística por trás, todo aquele profissionalismo como uma coletiva de imprensa, de ter os jogadores reservados, de ficarem concentrados. A gente pensa nisso muito bem, pois é muito importante para eles [jogadores]".

Ao ser perguntado sobre compromisso da Konami em fortalecer o cenário brasileiro dos eSports e do PES, o executivo diz: "o mercado brasileiro é emergente nos eSports. Há outros mercados, como dos Estados Unidos, que já são muito sólidos. O mercado europeu, por exemplo, está crescendo bastante também. A gente está indo bem por esse caminho. Há outros torneios, outras modalidades de eSports, que estão muito sólidos e tentamos seguir nessa leva também. A Konami vê os eSports como algo muito importante".

"No geral, a indústria dos eSports está crescendo bastante e ficamos muito contentes por isso. Damos prioridade para nossos principais territórios da América Latina, e o Brasil, obviamente, que é um território importantíssimo para nós", contou André.

O Corinthians tem por volta de ‘30 milhões de loucos'. Imagina ter esses ‘30 milhões de loucos' jogando Pro Evolution Soccer.André Bronzoni, gerente da marca PES para as Américas

Sobre o peso de PES nos eSports, Bronzoni responde. "Para se ter uma ideia, o Pro Evolution Soccer é o único simulador de esportes dentro dos eSports que possui um campeonato tão bem estruturado no mundo. O PES distribui mais de um milhão de dólares em premiação e nos vangloriamos por isso, pois é um valor relativamente robusto para uma modalidade de esportes eletrônicos. Estamos trabalhando firme com o objetivo de transformar PES no maior nome dos eSports.

Perguntamos à André como é a relação entre o jogador de PES e quem gosta de futebol: quem gosta de futebol automaticamente curte PES e o jogador gosta do esporte real? Como a Konami consegue capturar o "outro lado" dessa relação, quando não há uma afinidade automática?

"Quem gosta de futebol, joga futebol virtual e vice-versa. Ainda existe, obviamente, o pessoal que acompanha futebol e não joga PES. A gente tem um trabalho voltado de marketing, campanhas para angariar esse público. Nós queremos que eles sejam 'hardcore' ou que, pelo menos, joguem de vez em quando, que sejam casuais. Resumindo: queremos que joguem. Esse é o meu grande objetivo, o meu grande desafio é trazer aqueles que assistem futebol", contou.

"Dando um exemplo bem grande e interessante, o Corinthians tem por volta de '30 milhões de loucos'. Imagina ter esses '30 milhões de loucos' jogando Pro Evolution Soccer. Imagine a torcida do Flamengo, que representa, segundo pesquisas, 18% da torcida total brasileira. É muita gente. Imagine esse público todo jogando PES. Para nós, seria incrível", completa Bronzoni.

Perguntado como vê o esporte eletrônico frentes às modalidades tradicionais, como na entrada dos eSports nas Olimpíadas Asiáticas, André acredita que essa comparação é cada vez mais comum.

"Com certeza muitas pessoas já veem isso como realidade. Essa é uma grande prova. Será, talvez, o grande boom para os esportes eletrônicos. O mercado asiático e norte americano, seguido de perto pelo europeu, são fortes. O cenário latino americano vem abaixo, por enquanto. Se as empresas continuarem a dar o suporte necessário, fazendo torneios com a grandeza como a Konami faz com o PES League, com altas premiações, em questão de um ou dois anos mais, os eSports mostrarão de vez seu valor"", contou.

André também falou sobre o futuro da franquia de futebol da Konami. Ele falou sobre como está o processo de aquisição de direitos de imagem para PES 2018. "Esse é um assunto complicado e estamos trabalhando forte, obviamente, mesmo com as dificuldades. Deixando bem claro a situação, existe uma espécie de "sindicato", o FIFPro [em português, Federação Internacional dos Jogadores Profissionais de Futebol], que possui parceria com times em todo mundo. Porém, o único lugar que não há essa parceria é o Brasil", contou.

"O que isso gera? Na prática, nós temos que ter a autorização de direito de imagem jogador por jogador. Direito de imagem é algo que não se repassa a terceiros. É contra a lei brasileira. Por isso, é complicado para nós, pois se torna um trabalho 'manual' para conseguir a autorização dos jogadores para tê-lo oficialmente em PES", completou André.

Para terminar, o que o "Bronzoni jogador", espera de PES 2018. "Que continue um game sólido, com evoluções e melhorias que os jogadores esperam, além de novos modos de jogo para se divertir".

Fonte: ESPN

NOVIDADES DO NOVO PES 2018 Fala Executivo da Konami


Em breve possivel data de lançamento do PES 2018 e do FIFA 18, fique ligado no site.

Na última sexta-feira, dia 28 de abril, enquanto era disputada a Final Continental das Américas da PES League, torneio de Pro Evolution Soccer 2017 que rendeu US$ 20 mil ao peruano Luiz Salazar e quatro vagas paras os melhores colocados, incluindo o brasileiro Guilherme "GuiFera" Fonseca, o ESPN eSports conversou com André Bronzoni, gerente da marca PES para as Américas.


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A entrevista aconteceu no estádio argentino Monumental de Núñez, casa do River Plate, enquanto André estava atento a tudo que acontecia no PES League. Ele nos reservou um tempo para falar sobre o evento e o futuro da franquia de futebol da Konami.


Para começar, André respondeu sobre sua avaliação da etapa americana do PES, tanto a etapa online, quanto a presencial: "a gente começou, como chamamos, a 'season' em novembro de 2016. Houve a etapa online, a primeira parte, seguido pela segunda, com jogos online e offline, até culminar no momento, com os campeões nacionais qualificados para a final continental. A gente está super feliz, o torneio andou muito bem. Todos os jogadores sempre estiveram muito entusiasmados e felizes por estarem aqui".


André completa: "Para os próximos anos, só temos a melhorar. Estamos fazendo a final continental em um estádio icônico do futebol internacional, que o Monumental de Núñez. A gente tenta sempre unir a essência do futebol real, aquela coisa mística por trás, todo aquele profissionalismo como uma coletiva de imprensa, de ter os jogadores reservados, de ficarem concentrados. A gente pensa nisso muito bem, pois é muito importante para eles [jogadores]".

Ao ser perguntado sobre compromisso da Konami em fortalecer o cenário brasileiro dos eSports e do PES, o executivo diz: "o mercado brasileiro é emergente nos eSports. Há outros mercados, como dos Estados Unidos, que já são muito sólidos. O mercado europeu, por exemplo, está crescendo bastante também. A gente está indo bem por esse caminho. Há outros torneios, outras modalidades de eSports, que estão muito sólidos e tentamos seguir nessa leva também. A Konami vê os eSports como algo muito importante".

"No geral, a indústria dos eSports está crescendo bastante e ficamos muito contentes por isso. Damos prioridade para nossos principais territórios da América Latina, e o Brasil, obviamente, que é um território importantíssimo para nós", contou André.

O Corinthians tem por volta de ‘30 milhões de loucos'. Imagina ter esses ‘30 milhões de loucos' jogando Pro Evolution Soccer.André Bronzoni, gerente da marca PES para as Américas

Sobre o peso de PES nos eSports, Bronzoni responde. "Para se ter uma ideia, o Pro Evolution Soccer é o único simulador de esportes dentro dos eSports que possui um campeonato tão bem estruturado no mundo. O PES distribui mais de um milhão de dólares em premiação e nos vangloriamos por isso, pois é um valor relativamente robusto para uma modalidade de esportes eletrônicos. Estamos trabalhando firme com o objetivo de transformar PES no maior nome dos eSports.

Perguntamos à André como é a relação entre o jogador de PES e quem gosta de futebol: quem gosta de futebol automaticamente curte PES e o jogador gosta do esporte real? Como a Konami consegue capturar o "outro lado" dessa relação, quando não há uma afinidade automática?

"Quem gosta de futebol, joga futebol virtual e vice-versa. Ainda existe, obviamente, o pessoal que acompanha futebol e não joga PES. A gente tem um trabalho voltado de marketing, campanhas para angariar esse público. Nós queremos que eles sejam 'hardcore' ou que, pelo menos, joguem de vez em quando, que sejam casuais. Resumindo: queremos que joguem. Esse é o meu grande objetivo, o meu grande desafio é trazer aqueles que assistem futebol", contou.

"Dando um exemplo bem grande e interessante, o Corinthians tem por volta de '30 milhões de loucos'. Imagina ter esses '30 milhões de loucos' jogando Pro Evolution Soccer. Imagine a torcida do Flamengo, que representa, segundo pesquisas, 18% da torcida total brasileira. É muita gente. Imagine esse público todo jogando PES. Para nós, seria incrível", completa Bronzoni.

Perguntado como vê o esporte eletrônico frentes às modalidades tradicionais, como na entrada dos eSports nas Olimpíadas Asiáticas, André acredita que essa comparação é cada vez mais comum.

"Com certeza muitas pessoas já veem isso como realidade. Essa é uma grande prova. Será, talvez, o grande boom para os esportes eletrônicos. O mercado asiático e norte americano, seguido de perto pelo europeu, são fortes. O cenário latino americano vem abaixo, por enquanto. Se as empresas continuarem a dar o suporte necessário, fazendo torneios com a grandeza como a Konami faz com o PES League, com altas premiações, em questão de um ou dois anos mais, os eSports mostrarão de vez seu valor"", contou.

André também falou sobre o futuro da franquia de futebol da Konami. Ele falou sobre como está o processo de aquisição de direitos de imagem para PES 2018. "Esse é um assunto complicado e estamos trabalhando forte, obviamente, mesmo com as dificuldades. Deixando bem claro a situação, existe uma espécie de "sindicato", o FIFPro [em português, Federação Internacional dos Jogadores Profissionais de Futebol], que possui parceria com times em todo mundo. Porém, o único lugar que não há essa parceria é o Brasil", contou.

"O que isso gera? Na prática, nós temos que ter a autorização de direito de imagem jogador por jogador. Direito de imagem é algo que não se repassa a terceiros. É contra a lei brasileira. Por isso, é complicado para nós, pois se torna um trabalho 'manual' para conseguir a autorização dos jogadores para tê-lo oficialmente em PES", completou André.

Para terminar, o que o "Bronzoni jogador", espera de PES 2018. "Que continue um game sólido, com evoluções e melhorias que os jogadores esperam, além de novos modos de jogo para se divertir".

Fonte: ESPN

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